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Automação

Automação

“Tudo no automático”…! O sonho de que as coisas funcionem sem que tenhamos que repetir ações à exaustão permeia a nossa vida pessoal e profissional. Desejamos que as coisas funcionem sem que precisemos estar atentas o tempo todo, como se “alguém” estivesse cuidando delas – e do nosso jeito. Na prática, desejamos que a automação esteja muito mais presente do que já vivenciamos atualmente.

Uma condição para que seja possível automatizar atividades é a organização de tarefas. Consequentemente isso reflete na organização de projetos, equipes e empresas. Ao pensarmos sobre automação precisamos estar atentos na análise de nossas rotinas e identificar o que realmente trará ganhos. É importante olharmos para tarefas que se repetem com frequência para avaliar o que pode e precisa ser feito de forma automática.

Mas quem teve a ideia de fazer tudo automaticamente? Quando a humanidade começou a sonhar em fazer coisas funcionarem sozinhas e como isso evoluiu no campo da tecnologia? Vamos passear rapidamente pela história da automação e entender melhor quais as possibilidades que ela nos oferece hoje!

A nossa capacidade de imaginar

No fundamento da automação está a característica que diferencia a humanidade de todas as outras espécies: a capacidade de pensar simbolicamente. Esta habilidade, além de possibilitar que percebamos a realidade à nossa volta, permite que imaginemos que algo irá acontecer. É a nossa capacidade de pensar simbolicamente que nos torna capazes de encadear lembranças, ações e projeções – ou, em outras palavras, passado, presente e futuro.

Para automatizar necessariamente você terá que pensar em como uma ação futura irá acontecer e, consequentemente, se planejar para ela hoje. Essa capacidade é tão inerente à nossa espécie que ela é usada há dezenas de milhares de anos: basta lembrar das armadilhas que já eram construídas no período Paleolítico. Ao imaginar que um mamute iria passar por determinada rota, cavávamos um buraco e o cobrÍamos com folhas. “Automatizávamos” assim, parte do processo de caça.

Tanto que a palavra “automação” deriva do termo em latim Automatus, que significa “funciona por si só”. Assim como armadilhas, máquinas e softwares “funcionam por si mesmos”, uma vez que alguém planejou uma função futura e, sendo assim, a programou.

Na história humana, a presença de processos automatizados mudou de patamar com a Revolução Industrial. A partir dela, a vida de todas as pessoas, pelo menos minimamente, foi automatizada. O princípio da automação passou a mover a indústria, o capitalismo e, consequentemente, a realidade.

Automação: da indústria para a computação

No texto que publicamos aqui no blog sobre inteligência artificial, explicamos como ela define uma nova Era. Outra foi marcada pela Revolução Industrial; foi quando a sociedade percebeu o quanto incorporar o trabalho de máquinas potencializava o resultado do trabalho humano, gerando ganhos de produtividade jamais vistos.

Se a mecanização e a automação das atividades é o que traz escala em uma indústria, é até natural imaginar que em uma das mais icônicas nasceria o primeiro Departamento de Automação. Em 1947 ele é criado na Ford pelo seu então vice-presidente de manufatura, Delmar Harder.

Menos de duas décadas depois, a indústria de software se acoplaria à automação industrial: chega à linha de produção da General Motors em 1961 o Unimate, o primeiro robô industrial. A automação torna-se assim uma grande área na Engenharia, criando um estratégico campo profissional e de atuação, unindo indústria e desenvolvimento de software.

Bom, se a motivação da automação é vislumbrar a realização de atividades futuras e planejá-las no presente, não é exatamente isso o que um software faz? Com código, programamos atividades a serem realizadas pelo software, dadas as condições a serem executadas.

Boa parte do desenvolvimento de software está pautado na automação e nós, enquanto usuários, colhemos diariamente esses frutos: agendamos o escaneamento de antivírus nos nossos computadores, criamos regras em caixas de e-mail, programamos a publicação em posts de redes sociais… A automação é um dos mais fortes princípios que rege o desenvolvimento de software. E por um motivo simples e óbvio: enquanto algo funciona sozinho, nós podemos fazer outra coisa.

No fim das contas, a automação nos ajuda a perceber que nossa capacidade de imaginarmos um futuro diferente pode otimizar nosso tempo. Por isso planejamos e construímos ferramentas que vão nos fazer economizar tempo, um que está por vir.

Aqui na Inmetrics nós acreditamos que há caminhos mais inteligentes para atingir os objetivos de negócios; maneiras mais eficientes e que geram melhores resultados. Boa parte da nossa busca por eficiência passa pela automação em vários estágios, do planejamento à implantação de sistemas. Inclusive somos reconhecidos por nossa solução de automação de testes. Em 2022 , fomos líderes em Continuous Testing no ISG Provider Lens ™️ Next-Gen ADM Services Brazil, justamente devido à nossa visão e capacidade de reduzir custos e tempo de validação de novas versões ou atualizações em aplicações de software.

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