Uma das características mais marcantes desse mundo cada vez mais digitalizado no qual vivemos é a centralidade das empresas de tecnologia no cenário corporativo. Nos dias de hoje, a indústria de software não apenas segue padrões; ela os estabelece, principalmente aqueles relacionados à qualidade. Nas atividades de criação ou manutenção de produtos digitais, a melhoria contínua tornou-se diretriz, e ela será muito mais facilmente alcançada para empresas que entenderem a qualidade como serviço.
Em plena Era da inteligência artificial, já estamos acostumados a interagir com aplicações que tem duas capacidades nítidas: a de processar rapidamente grandes volumes de dados praticamente sem erros, além de oferecerem experiências fluidas ao usuário independente do dispositivo por meio do qual elas são acessadas. Esses dois atributos materializam a escalabilidade e ampla integração, características de sistemas que usam estilos distribuídos de arquitetura de aplicações, aqueles nos quais os serviços rodam em uma estrutura de computação em nuvem.
Aplicações modernas são construídas a partir da integração de diversas partes. Garantir o bom funcionamento e melhoramento contínuo de todos demanda monitoramento e revisão constante, intento mais facilmente alcançado quando tomamos a qualidade como serviço e não como um projeto, com início, meio e fim. Siga com a gente neste texto para entender melhor a importância de manter a qualidade enquanto uma atividade constante dado o cenário empresarial que vivenciamos atualmente.
“Sete magníficas big techs”
Há pouco menos de dez anos vimos empresas do setor de tecnologia ocuparem os cinco primeiros lugares entre as companhias mais valiosas do principal índice das bolsas de valores de Nova Iorque, o Standard & Poor’s 500. O evento aconteceu no fechamento do pregão do dia 1o. de agosto de 2016.
O fato chama a atenção porque era inédito: pela primeira vez na história do índice, cinco empresas de um mesmo setor ocupavam os primeiros lugares.
Ao mesmo tempo que era um evento que acontecia pela primeira vez, ele era só mais um sinal de que o tempo passaria a ser das gigantes de tecnologia, chamadas de “the big techs”- termo em inglês que quer dizer “as grandes de tecnologia”. Atualmente elas não ocupam apenas os cinco primeiros lugares: elas são as oito mais valiosas, tanto que sete delas – Alphabet, Amazon, Apple, Meta, Microsoft, Nvidia e Tesla – ganharam um novo apelido: as sete magníficas.
Note que, dentre elas, nem todas são estritamente de tecnologia: a Amazon é uma empresa de comércio (eletrônico), a Tesla fabrica carros. Mas apesar delas não terem hardware ou software como seu principal produto de venda, a tecnologia está no centro dessas empresas. Elas só existem e só conseguem competir porque a tomada de decisão é, prioritariamente, a partir de aspectos tecnológicos das suas realidades.
Como dissemos no início deste texto, hoje a indústria de software e outros segmentos de tecnologia estabelecem os padrões, ditam tendências de estratégia corporativa em todos os setores da economia. Transformação em larga escala, virou quase condição de sobrevivência dos negócios. Um cenário no qual passa a ser fundamental tomar a qualidade como serviço.
Qualidade como serviço: atividade que busca atender rigorosos padrões de exigência
Se a digitalização se transformou em uma questão de vida ou morte das empresas, estas dependerão de projetos de modernização de aplicações ou do desenvolvimento de produtos digitais novos para competir no mercado.
Conforme já dissemos, os tipos de arquitetura de aplicações amplamente utilizadas hoje em dia integram diversos pedaços para compor o sistema. Para garantir a operação permanente de todos são necessários testes frequentes e monitoramento permanente de disponibilidade. Em outras palavras, a prestação ininterrupta de serviços de tecnologia que asseguram a qualidade e disponibilidade da aplicação.
Funcionamento constante é requisito mínimo para atender as expectativas do usuário. Mas não é só nesse quesito que a qualidade como serviço colabora com o projeto. Ela reduz os custos de manutenção da aplicação, uma vez que aumenta sua eficiência, inclusive monitorando e recomendando a implementação de rotas de automação. Além disso, testes com periodicidade definida e boa frequência permitem identificar com maior agilidade possíveis bugs e atuar na correção de forma preventiva e assertiva.
Na Inmetrics, qualidade é uma diretriz determinante. Esse esforço já nos recompensou com a identificação enquanto uma empresa líder em Continuous Testing no ISG Provider Lens™ Next-Gen ADM Services Brazil 2022, além de destaque no quadrante Product Challenger em Application Quality Assurance.
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